domingo, 9 de outubro de 2011

Não é saudade.

Não é saudade nenhuma palavra redigida nesse pequeno emaranhado de idéias, e sentimentos, e novidades, e velhas novidades... Olhar aqueles momentos congelados, é como se algo dentro de mim revivesse, fizesse uma festa. Às vezes de emoções, às vezes de lágrimas secas. Não há tristeza, não há mágoa, não há nada. Sinto-me tão leve que chego a estranhar. Só acho que existe algo subentendido. Não quero por meus olhos sobre esses momentos congelados. Momentos estes que não me pertencem, ou não mais me pertencem. Agora já não faz mais diferença. Nem sequer importância.

domingo, 25 de setembro de 2011

Presságio.

Eu acredito que um dia, daqui há uns anos, nós iremos nos ver. Não é como uma promessa, até porque nunca fomos muito bons com isso...
Mas vamos nos lembrar do passado, de como as coisas eram... riremos das bobeiras e tentaremos nos justificar das coisas que deixamos passar.
Vamos nos deitar em alguma cama de hotel e vamos ouvir música juntos e não falaremos nada. Acredito que nenhuma palavra supriria o desejo que tínhamos de que isso tudo fosse acontecer um dia.
Sei que seus olhos descansarão sobre a minha imagem e a mesma coisa aconteceria comigo. Diríamos como nós mudamos, mas na verdade, o que realmente importava ainda estava lá. Dentro de nós. Sempre vai estar. Eu amo você e eu posso esperar que isso um dia seja verdade.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

No amor, você acredita?


Dizer que não acredito no amor é ir contra todos meus princípios. Mas se eu lhe disser que confio nele, estaria mentindo pro meu coração. Eu era defensora incontestável dos amantes e hoje sou só mais alguém que secou junto com as folhas do outono.
Não desacredito que para viver precisa-se de amor. Tudo o que vemos e vivemos é amor: O vento que toca é amor, a chuva que cai é amor, o sorriso da pessoa que passa, o canto do passarinho... Mas, e aquele amor? Aquele dos calafrios, das mãos suadas, das cartas, dos filmes, das músicas, dos Romeus e Julietas... Esse estaria em falta?
O amor nunca saiu do lugar. Acredito que seja uma parte inativa de todo ser humano, só que alguns não sabem ativá-lo da maneira correta, não sabem manuseá-lo.
Se eu pudesse dar uma dica às pessoas, diria para que aprendessem a ativar e manusear o amor que tem, antes que entrem na vida de outrém e desliguem completamente o que já não brilhava mais.

terça-feira, 28 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Posso te falar sobre o mundo e sobre tudo o que tenho aprendido nesse tempo... Tenho muito a dar. Pra você.

domingo, 22 de maio de 2011

É... tudo o que eu sonhei está acontecendo. Os sonhos bons e ruins se mesclaram numa realidade utópica.
De um dia pro outro, o que eu mais temia aconteceu e o que eu mais desejava está acontecendo. Logo agora, a hora certa. Eu não tenho mais a me prender, não preciso mais guardar todas aquelas palavras.
Mas dá medo, é um caminho sem volta e agora eu estou leve demais, leve como o vento. Ninguém pode me prender agora.

terça-feira, 17 de maio de 2011


Eu não sei...
Não estou sofrendo, nem nada doi aqui dentro. Só que há um receio, um medo, uma obscuridade. Algo oculto, nebuloso. Não consigo enxergar o que há em frente. Isso não é tão ruim quanto parece. Na verdade, essa sensação de liberdade me conforta. Essa sensação de novidade... a porta está aberta pra quem quiser entrar e habitar.
Eu tenho minhas preferências e as escolhas estão feitas. Uma inquietação está dentro de mim e eu não sei satisfazê-la com a minha rotina meio agitada, meio sonolenta.
A verdade é que sementes já foram jogadas novamente e não sei se quero que elas germinem. Minha terra não está preparada pra receber novos frutos, a não ser que sejam os teus. Esses teus frutos são bons, mas eles podem não germinar aqui.
Volto a sentir algo oculto e nebuloso. Não sei se é sentimento ou sensação. Minha incógnita voltou.

domingo, 27 de março de 2011

Ausência de saudade


Ausência de saudade. Eu não sei se é o que se passa do outro lado. Não sei, senti uma dor estranha, desconhecida agora pouco e não pude guardar só pra mim. Precisei guardar em minhas palavras para que eu me lembre toda vez ao ler, que o que eu estou sentindo agora é angústia e não saudade.
Às vezes tenho a impressão e até temo que minhas amizades mais bonitas (ao meu ponto de vista) só duram até fevereiro. Temo também para que eu não perceba que tudo o que foi dito não passou de palavras bonitas e que sentimentos de verdade não habitavam ali. Ou pelo menos do outro lado. Sempre fui intensa.
Meu jeito de lidar com as coisas nunca mudou. Toda vez acontece a mesma coisa, como um ciclo e eu sempre ajo do mesmo jeito.
As pessoas estão aqui, de repente elas somem e meu orgulho também, por isso as procuro, mesmo sabendo que esse não é meu dever.
Sim, estou escrevendo para me lembrar que não devo fazer isso, mesmo que amanhã eu acorde e ligue, mesmo que eu chame. Estou escrevendo pra me lembrar que me avisei e que ia me arrepender.
Sempre acredito que vale a pena acreditar nas pessoas e no fundo eu quero isso. Não quero perder tudo o que eu demorei para construir dentro de mim. Penso que no fundo, exista verdade, que ninguém consiga fingir totalmente o que não é e que a verdade dela esteve comigo.
Quero acreditar, quero que seja assim. Não quero me arrepender mais.
Sinto-me melhor.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Go easy.


Quero guardar dentro de mim esse sentimento pra sempre. Quero guardar pra que eu possa sentir seu toque mais suave com a maior intesidade e que ela não se perca, nem diminua. Ninguém saberá.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Now at last.


Já disse que acho uma injustiça com o mundo, colocar-te nos meus sonhos mais bonitos. Mas na verdade, eu insisto em deixar-te lá.
Gosto de imaginar, de ousar imaginar.
A verdade é que é difícil conviver com algo no qual é oculto e desconhecido. Talvez seja isso que me instigue cada vez que eu fechar os olhos, lembrar do teu sorriso, do sol no teu rosto, de cada detalhe que eu não deixo passar.

Acho que agora eu quero deixar essa sensação de lado. Focar em outra coisa. Até a próxima noite de sono. De sonhos...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

You're beautiful.


Você é a pessoa mais bonita que eu conheço. É, a mais linda.
Não digo só de aparência. Eu estou falando de alma, coração, pessoa. Você é lindo. Sua voz me acalma, seu cheiro me acalma, seu abraço, seu sorriso... Parece uma droga, com efeito interminável.
Mas o seu coração, ah... Esse eu tenho por completo. De canto a canto eu sei que nele só há sentimentos bons. Pessoa desprendida de coisas pequenas do mundo, eu me encanto por sua simplicidade, meu amor.
Aliás, pelo o que eu não me encanto em você?
Até dos teus defeitos eu aprendi a gostar. Ou lidar, talvez. Mas toda parte tua, é parte minha agora e eu as conheço muito bem. E só tenho isso a lhe dizer: você é lindo.